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  1. 1 point
    A explicação do @Manimal é completa. Apenas a título de curiosidade, existe uma mega-power-ultra-fodástica ferramenta, CyberArk, que atua no seguimento de segurança corporativo, fazendo a troca de senhas e muitas outras coisas... E a linguagem que faz todas as automações por trás do CyberArk é... Tharám... A-U-T-O-I-T! @Fui...
  2. 1 point
    Olá AleCruz. Esse acontecimento não é de agora. Esta discussão ocorre faz muitos anos e já rendeu muito "pano pra manga". Existe inclusive um tópico "eterno" no fórum americano sobre isso. Pode acessar aqui: Meus arquivos estão realmente infectados? = https://www.autoitscript.com/forum/topic/34658-are-my-autoit-exes-really-infected/ O que acontece é que o AutoIt é uma ferramenta fantástica e muito poderosa. Tão poderosa que vários criadores de vírus utilizaram (e ainda a utilizam) para criar malwares. Porém a maioria dos programadores em AutoIt, utilizam para fins corretos e funcionais. Mas como sempre, uma pequena quantidade de óleo, suja uma grande quantidade de água! Portanto, junte isso com a "preguiça" da indústria de antivírus de reconhecer este problema, gerou uma situação que estamos vivenciando. Para a indústria de antivirus, todo e qualquer executável de AutoIt é automaticamente marcado como malware. Alguns AVs são mais rigorosos, outros nem tanto. Na prática, nosso produtos decorrentes da compilação dos nosso scripts, são basicamente taxados de vírus! E não tem como resolver isto! Eu pessoalmente, trabalho profissionalmente com AutoIt fazem vários anos, inclusive com várias ferramentas e aplicativos no mercado e todo santo dia, é um pepino para explicar que meu programas não são vírus ou não estão infectados! Ainda mais que um dos meus mercados é o setor público, que fica difícil de achar alguém preparado. Outra ferramenta minha, de segurança digital, que previne e reconhece várias tentativas de acesso de vírus e malwares, sofre muito com o reconhecimento dela mesma como se fosse um malware. Fica muito difícil vc vender uma ferramenta de proteção que os próprios AVs identificam como vírus. Parece que quero enganar todo mundo! E dê-lhe explicação... E isto não ocorre apenas com o AutoIt, vários produtores menores de software (como eu), sofrem constantemente com o "falso positivo". Estes dias, li um post no site Sordum, que possui várias ferramentas interessantes, que a reclamação deles tbm existe. Outro exemplo é a RineSoft onde eles fazem o mesmo questionamento = https://www.rizonesoft.com/is-rizonesoft-software-safe/ Tem vários lugares para vc informar as empresas de AV que seu software é seguro, mas a resposta é lenta e na maioria, não resolve nada. Já tive vários chats e trocas de e-mail com empresas como Avast sobre isso, e a prepotência e arrogância deles é incrível. Outra estupidez é a própria M$ (Microsoft) com seu filtro "SmartScreen", desenvolvido para Windows 10, outra ferramenta além do Windows Defender. Para que seu software seja reconhecido como confiável, basta pagar! E assim por diante... Uma sugestão muito apreciada é vc assinar o seu software com um certificado digital confiável, e enviar uma cópia deste certificado para as empresas de AV para que os mesmos reconheçam seu sotware como seguro. Problemas: não garante nada depende do fabricante do AV em considerar sua empresa como idônea E é caro adquirir um certificado deste modelo aqui no Brasil. Lá fora é super-barato, cerca de U$ 90 por 3 anos. Aqui custa milhares de reais por 1 ano. Dependendo da empresa, isto é inviável. Neste último link da Rizone Software tbm tem uma lista de onde enviar seus softwares para análise dos AVs
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